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04 Jun
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Momentos da Misericórdia

O mês de maio – na Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, como no resto do país – ficou marcado por um regresso à normalidade possível. Reajustando espaços e rotinas e reforçando a higienização, a instituição foi, gradualmente, abrindo unidades operacionais e serviços suspensos por via da pandemia de COVID-19. Em meados do mês, os mais pequenos regressaram à Creche e Creche Familiar, com toda a sua energia, alegria e brincadeira. [ALBUM:78]   Também o Centro de Medicina Física e de Reabilitação abriu, de novo, portas ao público, para continuar a cuidar de quem mais precisa. [ALBUM:77]   Entretanto, nos nossos lares, foi assinalado o Dia da Mãe. [ALBUM:80]   E, em pleno mês de maio, mês de Maria, Mãe de Misericórdia, os nossos utentes não deixaram de lhe prestar homenagem. [ALBUM:81]   O isolamento físico de que tanto se fala não nos impede de aproveitar o melhor que a natureza coloca à nossa disposição. Por isso, nos dias de bom tempo, os nossos utentes dos lares e da Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI) de Santo António aproveitaram para apanhar sol e fazer fisioterapia e outras atividades ao ar livre. [ALBUM:79]

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19 Mai
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Tranquilidade e confiança no regresso das crianças à creche

A cor, a alegria, os sorrisos e a brincadeira voltaram às unidades de Educação na Infância da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos. Depois de alguns dias de preparação, “para ajustar espaços e rotinas a uma realidade nova e com outra exigência”, todas as nossas creches e a creche familiar (amas) retomaram a atividade. “Acredito que está a ser mais fácil do que aquilo que estávamos a prever. Os meninos e os pais chegaram até nós a confiar que realmente tudo iremos fazer para minimizar qualquer risco”, sublinha a coordenadora da área de Educação na Infância, Cláudia Faria. É o regresso a uma normalidade possível, em segurança, e com a preocupação de manter rotinas saudáveis. E, também por isso, com procedimentos bem definidos: “No início da manhã, já com horários pré-estabelecidos, os pais dirigem-se ao equipamento, entregam-nos a criança, fazemos a medição da temperatura da criança, deixam-nos o chamado ‘material sujo’, que é o calçado ou algum material que realmente possa ser necessário, que fica num espaço destinado a esse efeito. Passamos para a desinfeção das mãos da criança, calçamos-lhe um calçado usado unicamente na creche e entramos nos espaços limpos”. E é aí, nesta Casa que é também de cada um, que os meninos da creche voltam aos momentos de brincadeira e de aprendizagem conjunta. A coordenadora da área de Educação na Infância sublinha ainda o esforço dos pais para que as crianças estejam na creche “o estritamente necessário". “Tentamos criar uma rotina que seja saudável, em termos de momentos mais ativos e mais relaxantes, dentro das necessidades destas faixas etárias”, sublinha a educadora de infância. Em termos de refeições, neste momento, ainda não é necessário fazer desfasamento de grupos, porque “o refeitório é suficientemente grande para que as crianças possam almoçar todas ao mesmo tempo, em segurança e com o devido distanciamento”. Também as sestas estão a acontecer com a normalidade e com o distanciamento que é pedido. [ALBUM:78]  

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