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Felgueiras Gayo

Manuel José da Costa Felgueiras Gayo nasceu em Barcelos a 17 de junho de 1750, no seio de uma família da nobreza de província, filho de Nicolau da Costa Correia e de sua mulher Antónia Maria Felgueiras Gaio.

Manuel José da Costa Felgueiras Gayo nasceu em Barcelos a 17 de junho de 1750, no seio de uma família da nobreza de província, filho de Nicolau da Costa Correia e de sua mulher Antónia Maria Felgueiras Gaio.

Exerceu o cargo de juiz na cidade de Barcelos e foi Senhor e Administrador dos Morgados dos Felgueiras Gaio, em Vila do Conde, e de vários solares, como foi o caso da Casa da Torre Velha, e da Casa do Paço, em Vitorino dos Piães (Ponte de Lima), onde morreu a 21 de novembro de 1831.

Foi autor do famoso “Nobiliário de Famílias de Portugal”, obra composta em 33 volumes e legada ao Arquivo Histórico da Santa Casa de Misericórdia de Barcelos, onde também foi provedor.

Obra de Felgueiras Gayo

Obra de Felgueiras Gayo “Nobiliário de Famílias de Portugal”. que se encontra no Arquivo Histórico da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos

 

Dedicando toda a sua vida aos seus ofícios e ao estudo, nunca casou, mas teve uma filha natural, Maria das Dores da Costa Felgueiras Gaio (1817 – 1877).

O seu retrato a óleo sobre tela, que se encontra na Galeria dos Benfeitores, no Núcleo Museológico da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, apresenta-nos Felgueiras Gayo representado numa cadeira em ligeiro perfil, ao lado de uma estante de livros, mão pousada sobre um livro acompanhado de dois tinteiros, provavelmente querendo relembrar a sua prolífica obra dedicada à genealogia e aos seus trabalhos como Provedor desta Santa Casa.

 

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Retrato de Manuel José da Costa Felgueiras Gayo - Galeria dos Benfeitores, Núcleo Museológico da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos

 

Contém ainda uma inscrição que reforça a sua lembrança e nos diz o seguinte:

Manoel Joze da Costa Felgueiras Gayo provedor várias vezes desta Santa Caza a quem se deve o acrescentamento do Hospital e a precioza relíquia do Santo Lenho que se venera nesta igreja. 1818”.


SCM Barcelos, 18 JANEIRO 2021