Notícias

07 Mai
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“Feliz Dia da Mãe”

No Dia da Mãe, agradecemos, de modo mais especial, às mães. Na Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, homenageamos todas as mães, mas também às as mulheres que, não sendo mães, na sua vida, já criaram, cuidaram, protegeram, acarinharam, educaram.   Unidade de Cuidados Continuados Integrados de Santo António  [ALBUM:176] Lar do Centro Social Comendadora Maria Eva Nunes Corrêa [ALBUM:173] Lar de Santo André [ALBUM:175] Lar Nossa Senhora da Misericórdia [ALBUM:174] Lar Rainda Dona Leonor/Lar da Misericórdia [ALBUM:172]

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06 Mai
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Momentos da Misericórdia

LANÇAMOS AS SEMENTES À TERRA... Entre março e abril, na Creche As Formiguinhas, as nossas crianças puseram mãos à obra e lançaram sementes à terra. De modo cuidadoso e com o apoio das educadoras, os mais pequenos participaram numa sementeira. [ALBUM:165] VIVEMOS A PRIMAVERA Na Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI), as plantas que foram semeadas no início da Primavera já começaram a crescer. E, no Centro Social Comendadora Maria Eva Nunes Corrêa, em Silveiros, a área de Educação na Infância estão vestidos de Primavera. Flores e borboletas, cores garridas e alegres são dominantes nos espaços. [ALBUM:166] A IMPORTÂNCIA DOS LIVROS E DOS HÁBITOS DE LEITURA O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de abril, com o objetivo de sublinhar a importância dos livros e incentivar hábitos de leitura. À semelhança do que aconteceu nas unidades de Educação na Infância, também nos lares e UCCI celebramos o livro e a leitura. [ALBUM:167] A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS “Tenho a liberdade na minha mão!”. Foi de forma criativa que, no Centro Infantil de Barcelos, as nossas crianças assinalaram a Revolução de abril. Os mais pequenos desenharam, coloriram e deram forma a um dos símbolos do 25 de abril de 1974: o cravo. [ALBUM:168] Recordamos também a Revolução dos Cravos – que pôs fim a um regime ditatorial – pela criatividade, pela voz e pelas memórias de alguns dos nossos utentes da UCCI e do Lar Rainha Dona Leonor/Lar da Misericórdia. [ALBUM:169] CELEBRAR A VIDA Celiza de Andrade Oliveira, utente do Lar Nossa Senhora da Misericórdia, comemorou, a 27 de abril, 103 anos de vida. A data foi celebrada com moderação, mas sobretudo com gratidão pela vida da D. Celiza. [ALBUM:170] PREPARATIVOS PARA O DIA DA MÃE Em véspera do Dia da Mãe, no lar do Centro Social Comendadora Maria Eva Nunes Corrêa, os nossos utentes foram preparando, de forma dedicada e cuidadosa, lembranças para assinalar a data. [ALBUM:171]

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05 Mai
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Utentes dos lares, Centro de Dia e UCCI celebram a dança

Basta apenas o corpo – como instrumento criativo – e a vontade de dançar. Na Santa Casa da Misericórdia de Barcelos (SCMB) reconhecemos o valor da dança, enquanto forma de expressão e de manifestação artística. Também por isso, nas Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) e Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI), assinalamos o Dia Mundial da Dança – que se comemora a 29 de abril –, cumprindo todas as normas de segurança. A efeméride é comemorada, desde 1982, por iniciativa do Comité Internacional da Dança (CID) da UNESCO. O DJ Pedro Miranda foi o convidado que, a partir do exterior, proporcionou uma tarde de muita música e animação a utentes e colaboradores do Lar da Misericórdia e do Lar Rainha Dona Leonor. [ALBUM:162] Também no lar do Centro Social Comendadora Maria Eva Nunes Corrêa, em Silveiros, o dia foi de dança adaptada às nossas pessoas idosas. [ALBUM:157] Na UCCI, numa das atividades de animação sociocultural, os nossos utentes exploraram diferentes movimentos ao som da música. [ALBUM:161] No exterior do Lar Nossa Senhora da Misericórdia e do Centro de Dia, a Professora Ana Filipa animou os nossos utentes e colaboradores, que, com diferentes ritmos, foram batendo o pé ao som da música. [ALBUM:163] Já no Lar de Santo André, foram os nossos colaboradores que presentearam e animaram os utentes, com movimentos ritmados. [ALBUM:164]

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28 Abr
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Crianças da Santa Casa celebram o livro e a leitura

“Toma o teu livro Cuidadosamente Como quem afaga um tesoiro.”               (Lúcio Craveiro da Silva)   O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de abril. A efeméride tem como objetivo sublinhar a importância dos livros, como meio de transmissão de cultura e informação e elementos essenciais no processo educativo. Além disso, pretende incentivar hábitos de leitura. A data assinalou-se na sexta-feira passada, mas, ao longo de toda a semana, nas unidades de Educação na Infância, celebramos o livro e a leitura. Dos mais pequeninos aos mais crescidos, as nossas crianças deixaram-se levar pelo folhear de páginas recheadas de histórias, pela magia de percorrer lugares diversos, “ver o Pinóquio a rir/ e o D. Quixote a sonhar,/ e a Alice do outro lado/ do espelho a inventar/ um mundo de assombros/ que dá gosto visitar”1. Nas nossas unidades de Educação na Infância, deixamos que que cada um dos livros nos levasse “com ele/ pelo mundo a passear”2. Veja imagens de algumas das atividades realizadas para celebrar o livro e a leitura. [ALBUM:156]   1. Em “Pela Casa Fora”, de José Jorge Letria 2. Em "O G é um gato enroscado", de João Pedro Mésseder

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21 Abr
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A pandemia e a saúde mental

É essencial cuidar da sua saúde mental sobretudo em tempos de pandemia. Ficam aqui algumas sugestões para manter uma mente sã e prevenir sintomas ansiosos e depressivos: Se estiver em casa em teletrabalho, procure manter uma rotina saudável e agradável, mantendo horários de refeições, de acordar e deitar.  Defina um horário de trabalho e tenha tanto respeito pelos horários de descanso como pelos horários de trabalho.  Procure manter a prática regular de exercício, de preferência ao ar livre, como por exemplo fazer uma caminhada de 30min/dia.  É importante restringir as fontes de informação a um ou dois noticiários diários, pois o excesso de informação pode contribuir para aumentar a ansiedade nestes tempos de pandemia.  Mantenha uma boa higiene do sono.  Evite bebidas estimulantes, álcool ou drogas.  Mantenha uma alimentação saudável e equilibrada.  Ter uma atividade manual que seja do seu agrado pode ajudar a trazer o foco da atenção para o presente, como por exemplo tocar um instrumento, pintar uma mandala, fazer um puzzle, jardinagem, bricolage, entre outros.  Faça pausas ao longo do dia para sentir a sua respiração, por exemplo parando para fazer 10 respirações profundas.  Faça pausas ao longo do dia para alongar, como por exemplo rodando os ombros ou o pescoço, pois desta forma estará a trazer a sua atenção para o presente através dos movimentos corporais e das sensações físicas.  Mantenha um contacto regular com as pessoas próximas de si, mesmo que à distância, ligando aos seus familiares e amigos ou promovendo encontros por Skype ou Zoom.  Faça uma lista de coisas que gosta e todos os dias escolha uma dessas atividades para fazer.  Cuide de si, seja gentil consigo mesmo.  Peça ajuda se precisar.    Telma Falcão de Almeida Médica Psiquiatra no CMFR da Misericórdia de Barcelos Professora qualificada no Programa de Redução de Stress baseado no Mindfulness pela UMASS, EUA

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20 Abr
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“A Genealogia é uma área muito interessante”

Nos últimos anos, começou por dizer Ricardo Bessa Teixeira, a Genealogia “tem muitos adeptos e está a despertar algum interesse na população em geral”. “Há efetivamente muito interesse, muitos trabalhos, muitas publicações. É óbvio que é um nicho de pessoas que se dedica e dedicava a isto”, analisou o vilacondense, que, embora formado em Física e Química, se tem dedicado à investigação genealógica. Não há, notou Ricardo Bessa Teixeira, “nenhum curso nem formação que habilite as pessoas a trabalhar na área da Genealogia”. A experiência, essa, adquire-se com “a prática de mexer nos documentos”, aceder aos antepassados e reconstruir as nossas raízes. “A Genealogia dá-nos percursos de imensa gente”, completou Ricardo Bessa Teixeira, que, sábado passado, orientou, na Santa Casa da Misericórdia de Barcelos (SCMB), um workshop de Iniciação à Genealogia, sob o mote “Vamos construir a nossa família?”. O momento de aprendizagem em conjunto tinha como objetivo “ensinar a organizar uma pesquisa de genealogia, nomeadamente a pesquisa de fontes, organização de registos, tratamento e recolha da informação”. A intenção era a de “dotar os participantes – fossem comunidade no geral, estudantes ou arquivistas – dos instrumentos necessários para eles próprios fazerem a pesquisa das suas raízes familiares, através dos documentos de arquivo”. Marcos Teixeira, estudante do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, respondeu de modo positivo ao desafio de um professor e decidiu participar na sessão. “Não tenho expectativas. Venho um pouco à espera do que possa acontecer”. O estudante sublinhou, ainda assim, a importância das sinergias entre instituições. Também a participar no workshop esteve Manuel Vasconcelos, investigador na área da Genealogia. “Por princípio, o que está a ser dito já o sei, mas existem sempre pontos que são tocados e que, muitas vezes, nos alertam para linhas, até de investigação, que nós, porque criamos determinados hábitos e rotinas, menosprezamos”, explicou, para logo depois completar: “Por muito que saibamos, temos de ter o espírito aberto”. “Este tipo de trabalho, este evento, é muito interessante, porque ouvimos outras pessoas, pequenos detalhes que, por vezes, nos escapam”, concluiu Manuel Vasconcelos, investigador na área da Genealogia. O workshop decorreu, ao longo do dia de sábado, no Auditório da SCMB, sendo que, ainda em período de pandemia, foram acauteladas as medidas de segurança. O provedor da instituição, Nuno Reis, não escondeu o contentamento, por, depois de mais um confinamento, o espaço voltar a receber pessoas, vida, troca de experiências. “Quando, numa iniciativa como a de hoje, tentamos mergulhar no passado para reconstruir aquilo que são as nossas raízes, também podemos fazer o mesmo em termos daquilo que é a análise institucional. Quem não conhece, não respeita e não honra o passado tem dificuldade em estar da melhor forma no presente e em antecipar o futuro”, considerou o provedor da SCMB. “Uma iniciativa que nos permite conhecer e perceber as nossas raízes e como podemos mergulhar nelas é uma iniciativa muito valiosa”, concluiu Nuno Reis. [ALBUM:155]

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