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16 Jun
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Nem sempre o esforço se reflete na balança...

Nem sempre o esforço se reflete na balança e, sem dúvida, isso torna-se frustrante. “Treino todos os dias. Como ainda menos do que o que comia. O plano não resulta e não percebo porquê.” No entanto, já dizia o velho ditado, “quem conta um conto acrescenta um ponto”. E não poderia estar mais correto! Nós, seres humanos, somos péssimos a quantificar aquilo que comemos verdadeiramente e a estimar aquilo que realmente gastamos. Omitimos, tantas vezes, a nós próprios os “extras inofensivos” (muitas vezes, até subconscientemente, pelo simples facto de que odiamos falhar) e que, no final do dia, irão fazer toda a diferença no balanço energético total. O pacotinho de açúcar nos vários cafés ao longo do dia, porque “são só uns expressos”. O fio de azeite na salada e nos legumes que ninguém contabiliza, porque “só uso para cozinhar e temperar e é super saudável”. Os copos ao fim-de-semana, de que, na consulta, se dizia que “era só um copo de vinho maduro”, mas, se pensar bem, “são sempre três ou quatro”. Ou as entradas que petisca nos jantares de sábado à noite, que “eram só umas azeitonas e um bocado de pão”, mas, quando reflete, também comeu os salgadinhos... e o paté... e o presunto. Todos estes “extras inofensivos” – que omitimos para o nosso subconsciente, porque “não são hidratos de carbono” ou “refeições a sério” – tornam o nosso esforço em vão. Não culpe o metabolismo, a tiroide ou a estrutura óssea. Toca a investir esse esforço em ajustes que poderão realmente fazer a diferença, como a monitorização correta do consumo energético.   Alexandra Sousa da Silva C.P. 4091N

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14 Jun
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José Francisco Correia, Conde de Agrolongo

José Francisco Correia nasceu em S. Lourenço de Sande, em Guimarães, em 14 de fevereiro de 1853, e faleceu em Lisboa, em 15 de abril de 1929, tendo sido sepultado na Igreja do Salvador. Quando tinha apenas dez anos, vai trabalhar para o Porto e, mais tarde, emigra para o Brasil, estabelecendo-se em Niterói. Com apenas 18 anos, Francisco Correia cria a sua própria empresa, no ramo de tabacos, a Fábrica de Fumos Veado, tendo alcançado sucesso de imediato. Em 1903, regressa a Portugal e dedica-se a obras de beneficência, apoiando e fundando diversos estabelecimentos e serviços, como escolas, igrejas, asilos, entre muitos outros, em Guimarães, Braga, Barcelos, Esposende, Póvoa de Lanhoso, Vila Nova de Famalicão, Viana do Castelo e Lisboa. José Francisco Correia foi um dos pioneiros da fotografia amadora no Brasil. Foi um dos raros autores oitocentistas a, comprovadamente, realizar nus fotográficos no Brasil e dedicou-se também às paisagens e às composições alegóricas, durante as décadas de 1880 e 1890. Francisco Correia foi o responsável pela difusão em massa das imagens fotográficas no país, ao distribuir como brinde para os clientes de sua empresa uma coleção de centenas de fotografias estereoscópicas diferentes, muitas das quais de sua própria autoria, acompanhadas dos respetivos visores, durante a última década do século XIX. Ao longo da sua vida, recebeu várias condecorações, como a Cruz de Mérito Industrial, atribuída pelo rei D. Carlos, e o grau de Cavaleiro de São Gregório Magno, atribuído pelo Papa Leão XIII. Foi também agraciado com o título de Visconde de Sande, em 20 de dezembro de 1900, e de Conde de Agrolongo, em 23 de janeiro de 1904. O arquivo de José Francisco Correia encontra-se disponível no Arquivo Distrital de Braga.

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