Notícias

17 Jun
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Misericórdia de Barcelos mantém aposta na formação de colaboradores

Nas últimas semanas, têm sido realizadas várias ações, com vista ao reforço de competências dos colaboradores da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos ou, noutros casos, uma atualização de conhecimentos. Na sequência de parceria com a Essity, foram realizadas várias sessões, destinadas a profissionais das estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI) e Unidade de Cuidados Continuados Integrados. “Abordamos a incontinência urinária, portanto, como é que ela se desenvolve e as diferenças entre homens e mulheres; em termos de prevenção de COVID, a utilização de equipamentos de proteção individual (EPI), nomeadamente as luvas e as batas. Para finalizar, falamos sobre a infeção urinária, que é um tema premente”, explicou Miguel Cunha, enfermeiro responsável pela dinamização das sessões, considerando tratar-se de questões que importa esclarecer para que a função de cada um possa ser desempenhada com mais qualidade. [ALBUM:403] Também no mês de maio, decorreu a formação intitulada "Técnicas de Atendimento", com vista a capacitar os colaboradores para a adoção de um “estilo de comunicação ao seu interlocutor, utilizando a comunicação positiva” e adequação dos comportamentos “às diferentes situações de relacionamento com clientes, colaboradores e fornecedores”.  Ao longo das sessões, foram abordados vários conteúdos, como as principais regras de atendimento ao público ou enfrentar situações delicadas reforçando o saber/fazer relacional, fidelizando clientes.    [ALBUM:401] Entretanto, prosseguem, até à próxima semana, as palestras sob o mote “Água Segura”, pelo engenheiro Diogo Navarro, com sensibilização para o controlo e qualidade da água para consumo humano. As palestras estão a ser desenvolvidas no âmbito de um projeto com o mesmo nome, no qual a nossa Instituição está envolvida.   [ALBUM:402]

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28 Abr
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Misericórdia de Barcelos já é um CENTRO EUSOUDIGITAL

Já foi assinado o protocolo que formaliza a Santa Casa da Misericórdia de Barcelos (SCMB) como Centro EUSOUDIGITAL. A nossa instituição está assim habilitada para promover a literacia digital de adultos, através do trabalho “com pessoas que não têm, atualmente, qualquer interação com o mundo online”. Passada a fase de formalização, a implementação do Programa EUSOUDIGITAL consiste em duas fases: (1) formação de mentores e (2) implementação com sessões de capacitação junto dos adultos. No caso concreto da Misericórdia de Barcelos, num primeiro momento, serão mobilizados voluntários/as da instituição, disponíveis em partilhar conhecimentos e ajudar a comunidade, que participarão em sessões de mentoria, para aprenderem como ensinar. De seguida, estes voluntários/as implementarão as sessões de capacitação em contextos de proximidade, isto é, numa primeira fase, junto de colaboradores/as que se enquadrem no público-alvo; depois, junto de utentes das estruturas residenciais para pessoas idosas da SCMB. Em ambos os casos, as sessões decorrerão ao ritmo de cada adulto/formando e adequando às suas necessidades, seja, a título de exemplo: navegar e fazer pesquisas na Internet, criar e consultar uma conta de e-mail, criar um perfil numa rede social, saber proteger os dados pessoais. “Mais do que ligar pessoas através da internet, o EUSOUDIGITAL pretende combater o isolamento e tornar mais fácil a vida dos portugueses”. No fundo, “tornar Portugal mais avançado, inclusivo e participativo”, conforme se lê na apresentação do Programa. Saiba mais aqui.

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20 Abr
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Colaboradores da SCMB com preparação em Suporte Básico de Vida

Ao longo do mês de março, cerca de 31 colaboradores da SCMB – das áreas das Pessoas Idosas e Educação na Infância – participaram na formação em Suporte Básico de Vida (SBV). A ação teve como objetivo principal capacitar os colaboradores, de modo a poderem “responder eficazmente a uma situação emergente de paragem cardiorrespiratória ou obstrução da via aérea”. A sessão formativa foi orientada por José Simões, dos Bombeiros Voluntários de Barcelos. “Nos dias que correm, os utentes dos lares são cada vez mais debilitados e, por isso, as equipas de todas as instituições devem ter uma noção básica de primeiros socorros e, neste caso em concreto, como se executa as manobras de suporte básico de vida”. Quem o diz é Ana Margarida Santos, uma das participantes na ação de formação. Colaboradora no Lar Nossa Senhora da Misericórdia há um ano e meio, Ana Margarida Santos lembra que os familiares/responsáveis dos utentes confiam nos profissionais da Santa Casa para o cuidado e tratamento das pessoas idosas e, por isso, defende que haja “um conjunto de formações para que os colaboradores estejam preparados e consigam atuar em situações específicas”. Referindo-se concretamente à formação de SBV e à manobra para a desobstrução da via aérea (manobra de Heimlich), Ana Margarida Santos refere que os conteúdos foram trabalhados de “forma clara e eficaz para a possível compreensão e a sucessiva aprendizagem” dos colaboradores participantes. No dia a dia profissional, observa, “a probabilidade de colocar em prática este tipo de manobras é muito grande, onde todos os minutos são importantes para o salvamento e tratamento do doente e, por isso, a importância de saber o que fazer e como reagir em cada situação até a ajuda médica chegar”. Também nas unidades de Educação na Infância esta formação assume relevância. “Considero muito importante toda a equipa pedagógica ter formação em SBV, pois, numa situação de emergência, com estes conhecimentos, podemos ajudar a salvar a vida de uma das nossas crianças, de uma das nossas colegas ou até de um nosso familiar”, conta Diana Brito, educadora de infância há 20 anos, com o cargo de diretora técnica da Creche “As Formiguinhas”. “O SBV é a primeira medida a ser tomada no caso de uma vítima em paragem cardiorrespiratória e o seu início precoce determina a hipótese de sobrevivência de uma pessoa, porque a cada minuto que passa sem respirar, perde-se 10% de hipótese de sobreviver”, recorda Diana Brito, sensibilizada também para “a importância da inclusão de um aparelho de Desfibrilhação Automática externa (DAE) nas escolas”, pois, sublinha, “este aparelho faz toda a diferença para ajudar a salvar uma vida”. Em março, a formação foi destinada a colaboradores das estruturas residenciais para pessoas idosas, creches e infantários. Já em fevereiro, dez colaboradores do Centro de Medicina Física e de Reabilitação tinham realizado a formação em Suporte Básico de Vida. [ALBUM:350]

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10 Nov
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"Rir é uma coisa séria”

“Rir é uma coisa séria”. Foi o mote da atividade de yoga do riso, dinamizada pela formanda Liliana Sousa e desenvolvida no âmbito de uma sessão da formação modular certificada em “Animação em Instituições de Saúde”. “Nós não nos rimos. Nós crescemos e então os idosos têm aquela dificuldade de se expressar, de rir, de sorrir, de dar gargalhadas, porque parece mal”, começou por dizer a formadora, Cláudia Brito, para, logo depois, explicar a importância desta prática: “O yoga do riso traz a respiração, os ensinamentos do yoga, do estar, do corpo, do aqui e agora, associado ao riso que, por sua vez, nos traz o momento presente. Naquele momento, não estamos tristes, estamos a divertir-nos”.  A atividade, dinamizada por Liliana Sousa, proporcionou, de facto, momentos de alegria e bem-estar, bem como sonoras gargalhadas, nas perto de 20 pessoas que participam na formação em “Animação em Instituições de Saúde”, promovida pelo Centro de Formação da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, no âmbito do Programa Operacional da Inclusão Social e Emprego (POISE).  A ação tem como principal objetivo “reconhecer a importância das atividades de ocupação / animação da pessoa idosa”. Assim, a formação “foi pensada e está estruturada em animação em instituições com idosos”. Inicialmente, foi dado enfoque ao perfil do animador, com “dinâmicas e atividades em que se apelasse à inteligência emocional, à comunicação, à escuta ativa, ou seja, a um conjunto de capacidades que são muito importantes para os animadores trabalharem com os idosos e com a equipa”, explicou a formadora, Cláudia Brito, certa de que, “conhecendo muito bem e conseguindo ter mais consciência destas nossas competências, conseguimos muito mais trabalhar com o idoso”.  José Miguel Santos é um dos participantes na ação. Inscreveu-se motivado, desde logo, pelo nome da formação “Animação em instituições de saúde”: “É uma área de que gosto bastante: animação. Então, para adquirir conhecimentos e possivelmente fazer novos projetos, esta formação irá dar-me mais valias para poder seguir o meu percurso dentro da animação”. Trata-se de uma formação essencialmente prática, mas também com partilha de conhecimentos teóricos, conforme contou: “É uma formação prática, mas, ao mesmo tempo, também nos prepara mais, dentro um pouco do campo holístico, a tentar perceber a realidade do que se passa nas instituições e como lidar com idosos, com crianças, dentro do tema da animação”.  Depois de abordado o perfil do animador, formadora e formandos trabalharam também a terapia ocupacional e ainda atividades como a culinária, a higiene do idoso e atividades plásticas. “Eles podem fazer atividades muito divertidas, fazer grandes trabalhos, grandes obras de arte, a partir destas técnicas”. Em mente está também abordar espiritualidade, religiosidade, meditação e exercício físico.   As atividades, essas, têm sempre em mente a animação da pessoa idosa, conseguindo-o de diversas formas. “Aliámos a parte da plástica com a parte da meditação. Nós fazemos sacos sensoriais, com gel ou com brilhantes, em que eles possam moldar e acabam por fazer uma atividade plástica e uma atividade de relaxamento e meditação ao mesmo tempo. Propomos também algumas atividades dinâmicas para idosos a nível emocional, como a história de vida e, muitas vezes, basta uma história ou uma situação que não esteja tão bem resolvida e naquela atividade acaba por haver uma gratidão ou uma espécie de perdão sobre aquela situação ou aquele episódio menos bom da vida do idoso. É transformar aquelas emoções, que, muitas vezes – não generalizando –, são mais tristes, com animação, com ânimo, com alegria e proporcionar aos idosos a emoção”, sublinha Cláudia Brito.  A formação Animação em Instituições de saúde (50 horas) decorrerá, previsivelmente, até dia 16 de novembro de 2021.    [ALBUM:253]

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03 Dez
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Colaboradores reforçam competências face a epidemias/pandemias

Quinze colaboradores da Santa Casa terminaram, no passado sábado, a formação em “Segurança e Higiene no Trabalho – situações epidémicas/pandémicas”, promovida pelo Centro de Formação. A ação formativa envolveu colaboradores da área da Educação na Infância (13) e do Centro de Formação (2). Ao longo de 25 horas, foram tratadas questões que têm que ver com a identificação do papel e das funções de cada um na organização pelo apoio aos Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho na gestão de riscos profissionais em situações de epidemias/pandemias; reconhecimento da importância das diretrizes internacionais, nacionais e regionais no quadro da prevenção e mitigação de epidemias/pandemias e a necessidade do seu cumprimento legal; apoio aos Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho na implementação do Plano de Contingência da organização, em articulação com as entidades e estruturas envolvidas, de acordo com o respetivo protocolo interno; e apoio na gestão e cumprimento das medidas de prevenção e proteção dos trabalhadores, clientes e/ou fornecedores. A ação prende-se com a preocupação e com a aposta da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos em formar para dar uma melhor resposta em tempos de pandemia.

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17 Nov
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Criatividade e Formação de mãos dadas

15 pessoas participaram na formação modular certificada em “Expressão plástica - técnicas e materiais”, promovida pelo Centro de Formação da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, no âmbito do Programa Operacional da Inclusão Social e Emprego (POISE). A ação tinha como principal objetivo “dotar os formandos de novas técnicas a nível de expressão plástica”. Assim, foram abordadas técnicas distintas para suportes diversificados – como o recorte, a moldagem, a colagem ou a pintura –, procurando utilizar, dentro dos possíveis, materiais reciclados ou que não exigissem muitos recursos financeiros. De acordo com a formadora, Sandra Silva, desde início, os formandos mostraram-se “sempre muito motivados, mesmo aquelas pessoas que tinham algumas limitações – temos aqui o caso de uma formanda que tem uma limitação física –, mas tentamos simplificar as técnicas, de forma a que elas realmente conseguissem efetuar os trabalhos”. Andreia Vieira foi uma das formandas a chegar ao fim da ação com a sensação de trabalho cumprido, porque, mais uma vez, conseguiu superar barreiras. “Acho que, independentemente das minhas limitações, posso ir mais além. E os meus colegas ajudaram-me muito”, destacou, acrescentando, logo depois que, por “adorar crianças”, decidiu participar na formação. Também Teresa Sousa encontrou nesta ação de formação “uma mais-valia”: “Tenho um filho com síndrome de Asperger e queria tentar encontrar algumas atividades para fazer com ele e, como estou a trabalhar na cantina de uma escola, pode ser uma mais-valia para trabalhar com os meninos”. A formanda exemplificou, de seguida, os trabalhos que desenvolveu, “desde montagens com imagens de jornais, pinturas com palhinha, fazer cãezinhos com um simples pacote de leite, entre outras coisas. Foi aprender novas técnicas, usando coisas simples e básicas que, às vezes, temos em casa e dá para fazer trabalhos engraçadas com os meninos”. A formadora, Sandra Silva, faz um balanço positivo e nota que alguns formandos, no início, “se calhar até duvidaram das suas qualidades”, mas, “no fim, mostraram-se mesmo surpreendidos com os resultados finais”. E, numa fase em que importa não baixar guarda, as medidas de prevenção e segurança foram notórias, com a formação a decorrer numa sala “bastante ampla, com a devida distância entre as mesas e com apenas um formando por mesa”. À entrada e à saída, foi disponibilizado gel para a desinfeção das mãos e feita a medição da temperatura. “Tentámos sempre que os trabalhos fossem feitos de forma individual, mas, sendo necessário em grupo, eram, excecionalmente, duas pessoas por cada mesa e com as devidas medidas de segurança”, explicou a formadora, Sandra Silva. A formanda Teresa Sousa corroborou: “Senti-me segura”. “Tenho todos os cuidados, mas, aqui na formação, temos sempre tudo disponível, desde higienização, desinfetante, por isso senti-me segura, sim”, rematou. [ALBUM:102]

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