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10 Nov
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"Rir é uma coisa séria”

“Rir é uma coisa séria”. Foi o mote da atividade de yoga do riso, dinamizada pela formanda Liliana Sousa e desenvolvida no âmbito de uma sessão da formação modular certificada em “Animação em Instituições de Saúde”. “Nós não nos rimos. Nós crescemos e então os idosos têm aquela dificuldade de se expressar, de rir, de sorrir, de dar gargalhadas, porque parece mal”, começou por dizer a formadora, Cláudia Brito, para, logo depois, explicar a importância desta prática: “O yoga do riso traz a respiração, os ensinamentos do yoga, do estar, do corpo, do aqui e agora, associado ao riso que, por sua vez, nos traz o momento presente. Naquele momento, não estamos tristes, estamos a divertir-nos”.  A atividade, dinamizada por Liliana Sousa, proporcionou, de facto, momentos de alegria e bem-estar, bem como sonoras gargalhadas, nas perto de 20 pessoas que participam na formação em “Animação em Instituições de Saúde”, promovida pelo Centro de Formação da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, no âmbito do Programa Operacional da Inclusão Social e Emprego (POISE).  A ação tem como principal objetivo “reconhecer a importância das atividades de ocupação / animação da pessoa idosa”. Assim, a formação “foi pensada e está estruturada em animação em instituições com idosos”. Inicialmente, foi dado enfoque ao perfil do animador, com “dinâmicas e atividades em que se apelasse à inteligência emocional, à comunicação, à escuta ativa, ou seja, a um conjunto de capacidades que são muito importantes para os animadores trabalharem com os idosos e com a equipa”, explicou a formadora, Cláudia Brito, certa de que, “conhecendo muito bem e conseguindo ter mais consciência destas nossas competências, conseguimos muito mais trabalhar com o idoso”.  José Miguel Santos é um dos participantes na ação. Inscreveu-se motivado, desde logo, pelo nome da formação “Animação em instituições de saúde”: “É uma área de que gosto bastante: animação. Então, para adquirir conhecimentos e possivelmente fazer novos projetos, esta formação irá dar-me mais valias para poder seguir o meu percurso dentro da animação”. Trata-se de uma formação essencialmente prática, mas também com partilha de conhecimentos teóricos, conforme contou: “É uma formação prática, mas, ao mesmo tempo, também nos prepara mais, dentro um pouco do campo holístico, a tentar perceber a realidade do que se passa nas instituições e como lidar com idosos, com crianças, dentro do tema da animação”.  Depois de abordado o perfil do animador, formadora e formandos trabalharam também a terapia ocupacional e ainda atividades como a culinária, a higiene do idoso e atividades plásticas. “Eles podem fazer atividades muito divertidas, fazer grandes trabalhos, grandes obras de arte, a partir destas técnicas”. Em mente está também abordar espiritualidade, religiosidade, meditação e exercício físico.   As atividades, essas, têm sempre em mente a animação da pessoa idosa, conseguindo-o de diversas formas. “Aliámos a parte da plástica com a parte da meditação. Nós fazemos sacos sensoriais, com gel ou com brilhantes, em que eles possam moldar e acabam por fazer uma atividade plástica e uma atividade de relaxamento e meditação ao mesmo tempo. Propomos também algumas atividades dinâmicas para idosos a nível emocional, como a história de vida e, muitas vezes, basta uma história ou uma situação que não esteja tão bem resolvida e naquela atividade acaba por haver uma gratidão ou uma espécie de perdão sobre aquela situação ou aquele episódio menos bom da vida do idoso. É transformar aquelas emoções, que, muitas vezes – não generalizando –, são mais tristes, com animação, com ânimo, com alegria e proporcionar aos idosos a emoção”, sublinha Cláudia Brito.  A formação Animação em Instituições de saúde (50 horas) decorrerá, previsivelmente, até dia 16 de novembro de 2021.    [ALBUM:253]

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03 Dez
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Colaboradores reforçam competências face a epidemias/pandemias

Quinze colaboradores da Santa Casa terminaram, no passado sábado, a formação em “Segurança e Higiene no Trabalho – situações epidémicas/pandémicas”, promovida pelo Centro de Formação. A ação formativa envolveu colaboradores da área da Educação na Infância (13) e do Centro de Formação (2). Ao longo de 25 horas, foram tratadas questões que têm que ver com a identificação do papel e das funções de cada um na organização pelo apoio aos Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho na gestão de riscos profissionais em situações de epidemias/pandemias; reconhecimento da importância das diretrizes internacionais, nacionais e regionais no quadro da prevenção e mitigação de epidemias/pandemias e a necessidade do seu cumprimento legal; apoio aos Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho na implementação do Plano de Contingência da organização, em articulação com as entidades e estruturas envolvidas, de acordo com o respetivo protocolo interno; e apoio na gestão e cumprimento das medidas de prevenção e proteção dos trabalhadores, clientes e/ou fornecedores. A ação prende-se com a preocupação e com a aposta da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos em formar para dar uma melhor resposta em tempos de pandemia.

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17 Nov
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Criatividade e Formação de mãos dadas

15 pessoas participaram na formação modular certificada em “Expressão plástica - técnicas e materiais”, promovida pelo Centro de Formação da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, no âmbito do Programa Operacional da Inclusão Social e Emprego (POISE). A ação tinha como principal objetivo “dotar os formandos de novas técnicas a nível de expressão plástica”. Assim, foram abordadas técnicas distintas para suportes diversificados – como o recorte, a moldagem, a colagem ou a pintura –, procurando utilizar, dentro dos possíveis, materiais reciclados ou que não exigissem muitos recursos financeiros. De acordo com a formadora, Sandra Silva, desde início, os formandos mostraram-se “sempre muito motivados, mesmo aquelas pessoas que tinham algumas limitações – temos aqui o caso de uma formanda que tem uma limitação física –, mas tentamos simplificar as técnicas, de forma a que elas realmente conseguissem efetuar os trabalhos”. Andreia Vieira foi uma das formandas a chegar ao fim da ação com a sensação de trabalho cumprido, porque, mais uma vez, conseguiu superar barreiras. “Acho que, independentemente das minhas limitações, posso ir mais além. E os meus colegas ajudaram-me muito”, destacou, acrescentando, logo depois que, por “adorar crianças”, decidiu participar na formação. Também Teresa Sousa encontrou nesta ação de formação “uma mais-valia”: “Tenho um filho com síndrome de Asperger e queria tentar encontrar algumas atividades para fazer com ele e, como estou a trabalhar na cantina de uma escola, pode ser uma mais-valia para trabalhar com os meninos”. A formanda exemplificou, de seguida, os trabalhos que desenvolveu, “desde montagens com imagens de jornais, pinturas com palhinha, fazer cãezinhos com um simples pacote de leite, entre outras coisas. Foi aprender novas técnicas, usando coisas simples e básicas que, às vezes, temos em casa e dá para fazer trabalhos engraçadas com os meninos”. A formadora, Sandra Silva, faz um balanço positivo e nota que alguns formandos, no início, “se calhar até duvidaram das suas qualidades”, mas, “no fim, mostraram-se mesmo surpreendidos com os resultados finais”. E, numa fase em que importa não baixar guarda, as medidas de prevenção e segurança foram notórias, com a formação a decorrer numa sala “bastante ampla, com a devida distância entre as mesas e com apenas um formando por mesa”. À entrada e à saída, foi disponibilizado gel para a desinfeção das mãos e feita a medição da temperatura. “Tentámos sempre que os trabalhos fossem feitos de forma individual, mas, sendo necessário em grupo, eram, excecionalmente, duas pessoas por cada mesa e com as devidas medidas de segurança”, explicou a formadora, Sandra Silva. A formanda Teresa Sousa corroborou: “Senti-me segura”. “Tenho todos os cuidados, mas, aqui na formação, temos sempre tudo disponível, desde higienização, desinfetante, por isso senti-me segura, sim”, rematou. [ALBUM:102]

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14 Jul
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Misericórdia de Barcelos mantém aposta na formação de colaboradores

No seio das organizações/instituições, investir na formação contínua dos/as colaboradores/as é valorizar o capital humano, procurando que este se torne mais proativo, produtivo e inovador. Em qualquer área de intervenção, é fundamental atualizar conhecimentos e desenvolver competências, considerando que o comprometimento dos/as colaboradores/as contribuirá para melhores serviços prestados. Também a Santa Casa da Misericórdia de Barcelos (SCMB) acredita que, ao proporcionar formação aos/às colaboradores/as, está a investir no desenvolvimento pessoal e profissional, além de cumprir uma obrigatoriedade legal. Mais do que competências técnicas, espera-se também o desenvolvimento de outras competências transversais – como a gestão de conflitos ou de resolução de problemas, comunicação interpessoal, liderança, entre outras –, que se revelam fundamentais para o relacionamento dos/as colaboradores/as com quem os rodeiam. Neste mês de julho, estão a decorrer duas ações de formação - Formas de intervenção precoce em crianças com NEE (25h) e Prevenção e controlo na infeção na prestação de cuidados pessoais e à comunidade (50h) -, envolvendo cerca de 35 colaboradores/as. Recorde-se que o Plano Anual de Formação de Colaboradores 2019-2020 da SCMB prevê cursos/ações de formação, adaptados às especificidades das funções exercidas, nas áreas de: Qualidade; Segurança; Alimentação; Desenvolvimento Pessoal; Saúde/Terapia e Reabilitação; Saúde – Programas não classificados noutra área de formação; Serviço de Apoio a crianças e jovens; Trabalho Social e Orientação; Gestão e Administração; Ciências Informáticas; Línguas e Literaturas Estrangeiras; e Floricultura e Jardinagem.

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06 Fev
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Projeto de Formação de Profissionais do Setor da Saúde foi aprovado

A Santa Casa da Misericórdia de Barcelos (SCMB) viu recentemente aprovado o Projeto de Formação de Profissionais do Setor da Saúde, no âmbito do Programa Operacional da Inclusão Social e Emprego (POISE), que prevê o desenvolvimento de formação, em diversas áreas formativas, para os/as seus/suas Colaboradores/as. Sendo a saúde uma área que tem sofrido inúmeras e profundas modificações ao longo do tempo, torna-se evidente a necessidade dos prestadores em adaptar os seus processos aos crescentes desafios internos e externos. Neste contexto, o capital humano é fator de diferenciação na qualidade da Saúde em Portugal. São cada vez mais os profissionais que que procuram aprimorar as suas competências, não apenas técnicas, mas também ao nível da capacidade de comunicar e negociar, necessidades invariavelmente presentes na sua rotina na gestão de problemas e conflitos com colegas, chefias e até pacientes. Assim, numa instituição onde a diversidade de colaboradores e utentes é bastante alargada e que prima pela mudança constante, é imprescindível dotar os profissionais de aptidões que lhes permitam comunicar de forma eficiente com os pares, garantindo processos claros, eficientes e transparentes. A SCMB através da implementação deste projeto pretende “potenciar as capacidades e competências dos seus recursos humanos como forma de garantir que o seu ativo mais valioso conhece, entende e cresce com a organização dentro das orientações estabelecidas e priorizadas pelo Plano Nacional de Saúde e pelas Áreas Formativas prioritárias”, explica o Centro de Formação.   Áreas Formativas Prioritárias: Gestão e Comunicação Direito e Enquadramento Jurídico Segurança do doente Reconciliação Terapêutica Acreditação em Saúde Auditoria Clínica   O Projeto de Formação de Profissionais do Setor da Saúde decorrerá ao longo de 24 meses e é desenvolvido pelo Centro de Formação da SCMB em parceria com a Ahptus – Consultoria e Formação, Lda. e a AhOcto - Formação, Lda.   Saiba mais informações aqui.  

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11 Out
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“A expressão dramática está diretamente interligada com a comunicação”

O Centro de Formação da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, no âmbito do Programa Operacional da Inclusão Social e Emprego (POISE), está a promover uma formação modular gratuita em “Artes Performativas – Oficina de Expressão Dramática”. Pretende-se que, com esta ação, os/as formandos/as conheçam “a expressão dramática e o que isso significa em termos de crescimento pessoal de cada um e também nas aplicações práticas que daí possam advir”. “Depois, tem outra componente que pretendo também deixar aqui que é a manipulação de objetos”, conforme sublinha o formador, Jorge Alonso. “Há pessoas de várias proveniências – do ensino, do atendimento, entre outras –, ou seja, a expressão dramática está diretamente interligada com a comunicação”, nota ainda o formador, que conta com mais de três décadas de ligação ao teatro, também como ator profissional, encenador e ainda na componente de clown. As sessões de formação têm contado com o interesse e motivação de um grupo heterogéneo, mas com “o bichinho do teatro”. “Há uns que têm alguma experiência e que já têm alguns conhecimentos; para outros, é a primeira vez, por curiosidade, mas também para desenvolvimento. E há uma coisa comum, que penso que eles já perceberam: aquilo que está em causa é mesmo o crescimento e desenvolvimento pessoais”, sublinha Jorge Alonso. Carla Cardoso desenvolve atividade profissional como desenhadora gráfica e, a par disso, conta com 20 anos de ligação ao teatro. A barcelense, de 43 anos, participa na formação para atualizar e reciclar conhecimentos: “Faço todas as formações que consigo a nível de teatro, porque estou ligada ao teatro há 20 anos e aproveito para fazer reciclagens. E tudo o que tenha a ver com teatro eu aproveito” “A experiência está a ser fantástica, o grupo é excelente e temos trabalhado muitos jogos, principalmente a base da confiança com o nosso colega, está a ser giro. Não conhecia muitas destas pessoas e está a ser bonito a vivência com cada um”, avalia Carla Cardoso. Também Rosa Viana avalia de forma positiva a participação na ação de formação em “Artes Performativas – Oficina de Expressão Dramática”: “O grupo é heterogéneo e, no dia a dia, nós acabamos por contactar com pessoas completamente diferentes umas das outras, de áreas diferentes e acho que isso também é importante neste tipo de contexto, de trabalho e de formação”. O gosto pela expressão dramática já vem de há alguns anos e a motivação agora é outra: “Quando era mais jovem, fiz algumas coisas relacionadas com teatro. Agora, a motivação tem que ver com a formação profissional, pelo facto de trabalhar, muitas vezes, histórias com os meus alunos e também por mim própria. Para trabalhar, desde logo, a confiança, sinto necessidade, de tempos a tempos, de fazer coisas relacionadas com esta área”. A formação em “Artes Performativas – Oficina de Expressão Dramática” tem uma duração de 25 horas e decorre na Casa da Eira, até ao próximo dia 23 de outubro de 2019.   [ALBUM:4]  

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