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19 Nov
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UCCI comemora 7.º aniversário com sensibilização para a Diabetes

A Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI) de Santo António completou, a 15 de novembro, sete anos desde a sua inauguração. Em mês em que se comemora também o Dia Mundial da Diabetes, a festa de aniversário foi pretexto para sensibilizar para esta doença. Assim sendo, foi realizada uma sessão de sensibilização sobre “Alimentação na Idade Sénior”. A nutricionista da UCCI, Alexandra Sousa da Silva, recorda que, na Unidade, “temos muitos doentes com Diabetes”. “É uma doença para a qual é importante alertar e que pode ter consequências bastante nefastas no que diz respeito ao estado de saúde e ao estado clínico do doente. E, realmente, nós recebemos muitos com este tipo de patologias, por isso, quisemos assinalar o dia, mas também sensibilizar para mudança de alguns hábitos e alertar para a importância de prevenir esta doença”, explica. Depois, as fisioterapeutas Joana Barbosa e Marta Costa dinamizaram uma Classe de Grupo. “Entendemos como sendo importante a prática de exercício físico, tanto na prevenção como na patologia em questão”, elucida Joana Barbosa. A fisioterapeuta atenta na importância de “monitorizar cada tipo de exercício a cada utente”, sublinhando que “o objetivo final é ensinar e preparar o utente numa pós-alta e no seu dia a dia, para, de alguma forma, colmatar alguma sequela da Diabetes que seja possível equilibrar com o exercício físico”. No final, foi partilhado um lanche saudável e utentes e colaboradores cantaram os Parabéns à UCCI de Santo António. [ALBUM:265] UCCI focada na “prestação de cuidados humanizados” Em funcionamento desde 2014, a UCCI de Santo António tem como objetivo “fazer a transição daquilo que foi um episódio agudo para um episódio que possa ser o mais próximo daquilo que era a vida da pessoa enquanto pessoa na comunidade”, explica o diretor técnico, Ricardo Vieira, reforçando, logo depois: “O nosso objetivo é a prestação de cuidados humanizados, centrados na pessoa, na sua família e na sua comunidade, e, nesse sentido, nós desejamos e trabalhamos para que isso seja possível, seja através da nossa prestação de cuidados, da nossa convivência enquanto colaboradores e tudo isso ao serviço das pessoas que cá passam, sejam colaboradores ou utentes”. Integrada na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), a UCCI de Santo António tem em funcionamento duas unidades de internamento, a Unidade de Média Duração e Reabilitação e a Unidade de Longa Duração e Manutenção. Dispõe, também, de quartos individuais com instalação sanitária privada, em regime de internamento privado.

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12 Out
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Utentes da UCCI celebram Dia Mundial da Música

Forma de arte, linguagem universal, fonte de bem-estar ou de outras emoções. Eis a Música.  O Dia Mundial da Música comemora-se – desde 1975 e por iniciativa do International Music Council – a 1 de outubro. A data é, desde logo, mote para divulgar a diversidade musical e pretexto para promover a arte musical.  O Dia Mundial da Música foi celebrado na Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI) de Santo António, com cantorias, partilha de melodias e memórias, em momentos de convívio e boa disposição.  [ALBUM:235]

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24 Set
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Queixas urinárias no homem adulto

As queixas relacionadas com a micção são algo comum no sexo masculino e a sua frequência aumenta com a idade, diminuindo de forma significativa a qualidade de vida. Até há alguns anos, a próstata era tida como a principal responsável das queixas urinárias nos homens, no entanto, o melhor conhecimento da fisiologia miccional permitiu perceber que os distúrbios da micção, mais do que resultantes da disfunção de um órgão, são na maioria das vezes resultado do desequilíbrio na interação entre bexiga e a próstata. Os sintomas miccionais podem apresentar padrões mais ou menos definidos, mas costumam associar-se às 2 fases do funcionamento da bexiga: a fase de enchimento (também dito armazenamento) e a fase de esvaziamento. As queixas relacionadas com o armazenamento referem-se ao aumento do número de vezes que o doente necessita de urinar ou à dificuldade em controlar a vontade de urinar, podendo culminar em perdas involuntárias de urina.  As queixas relacionadas com o esvaziamento são o enfraquecimento do jato urinário, a hesitação para começar a urinar que por vezes obriga a esforço abdominal e até a impossibilidade de urinar mesmo com a bexiga muito cheia (retenção urinária aguda). Além do impacto na qualidade de vida, os distúrbios miccionais podem representar riscos para a saúde dos doentes, nomeadamente, a hematúria (presença de sangue na urina), a retenção urinária aguda, as infeções urinárias, os cálculos vesicais e a insuficiência renal. A avaliação clínica começa pela caracterização dos sintomas (estimando-se também a sua intensidade e impacto na qualidade de vida) e a realização do exame físico com avaliação da morfologia dos órgãos genitais externos e a palpação da próstata (que permite ter uma noção aproximada do seu volume e, sobretudo, despistar outras características que façam suspeitar de neoplasia). A investigação básica consiste num estudo analítico da urina e da função renal e doseamento do PSA. Em alguns casos, pode ser necessário complementar o estudo com outros exames, incluindo ecografia, endoscopia ou estudos urodinâmicos. Existem hoje diversas alternativas para tratar os sintomas miccionais. A primeira questão a colocar será mesmo a da real necessidade de tratar – homens pouco sintomáticos e pouco incomodados, sem nada que prenuncie uma evolução desfavorável, podem passar bem sem qualquer medicação até que as queixas se agravem. Quando a intensidade ou o incómodo destes sintomas carece de tratamento, a primeira linha do tratamento costuma ser com medicamentos adequados ao tipo predominante de sintomas, ao invés de atender apenas ao volume da próstata. Homens com queixas mais relacionadas com o esvaziamento da bexiga podem ser tratados com alfa-bloqueantes, que relaxam o colo da bexiga e o componente muscular da próstata (silodosina, tansulosina, alfuzosina, doxazosina, terazosina). Já homens com queixas mais relacionadas com o enchimento da bexiga podem beneficiar de tratamento com antimuscarínicos, que reduzem as contrações indesejadas da bexiga (solifenacina, darifenacina, tróspio…). Os medicamentos habitualmente usados para tratar a disfunção erétil também já demonstraram ser eficazes contra as queixas miccionais (tadalafil). Quando as queixas tiverem um componente inflamatório, a fitoterapia pode trazer benefícios (serenoa repens) com a virtude de ser quase isenta de efeitos acessórios. Se as queixas se associarem a aumento de volume da próstata, também este pode ser lentamente reduzido com inibidores 5-α-redutase (dutasterida, finasterida). Apesar desta panóplia de fármacos, nem todos os doentes respondem favoravelmente à medicação e, quando assim é, poderá estar indicada a realização de cirurgia para eliminar a obstrução causada pela próstata ao fluxo de urina. Diversas técnicas estão disponíveis, com vantagens e desvantagens a analisar caso a caso, mas podem dividir-se em dois grupos: - Cirurgia convencional da próstata, realizada com o objetivo de remover o tecido prostático interior que comprime a uretra, útil sobretudo para o tratamento de casos com próstatas de muito grandes dimensões. (Imagem:DR) - Cirurgia endoscópica da próstata, executada através da uretra com equipamento específico: a ressecção endoscópica é a variante mais comum (RTUP) em que corta o tecido com auxílio de corrente elétrica, podendo também usar-se laser para o mesmo efeito ou para vaporizar o tecido.  (Imagem:DR)  Qualquer destas opções cirúrgicas terá uma elevada probabilidade de impacto sobre a ejaculação, mas o risco de impacto negativo sobre a ereção ou sobre a continência é muito baixo. Globalmente, a taxa de complicações é baixa e, passados os primeiros dias, a recuperação é rápida e os resultados são melhores do que com medicamentos, mas é fundamental identificar corretamente os candidatos ideais para cirurgia.   Dr. André Quinta, Urologista no Centro de Medicina Física e de Reabilitação da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos  

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22 Set
urologia

Urologia

Urologia é uma especialidade que se dedica ao estudo e tratamento das patologias do aparelho urinário masculino e feminino (rins, ureteres, bexiga e uretra) e do aparelho reprodutor masculino (próstata, vesículas seminais, ductos deferentes, testículos, epidídimos e pénis). São várias as doenças que afetam os órgãos urogenitais, desde as malformações congénitas, às infeções, à litíase (“pedras nos rins”), à hiperplasia benigna da próstata, à incontinência urinária (masculina e feminina) e ainda às doenças tumorais malignas. O urologista também estuda e trata as doenças do foro sexual masculino (por ex.: disfunção erétil, perturbações da ejaculação...) e integra as equipas multidisciplinares na área da infertilidade. O estudo das doenças urológicas exige muitas vezes a realização de técnicas de grande diferenciação, como o estudo urodinâmico (estudo funcional da bexiga); a endoscopia (visualização direta do interior da uretra, da bexiga, dos ureteres ou das cavidades renais); a biópsia prostática (para diagnóstico do cancro da próstata); a ecografia com doppler do pénis (para estudo da disfunção erétil); entre outros. Algumas das doenças urológicas são tratadas com fármacos, outras com técnicas especiais (por ex.: a litotrícia extracorporal para alguns casos de cálculos urinários, a implantação de sementes radioativas em alguns casos de cancro da próstata) e outras com recurso a cirurgia. São muitas as técnicas disponíveis desde a cirurgia “clássica” (ou “a céu aberto”), à cirurgia endoscópica, à cirurgia laparoscópica e à cirurgia robótica. O uso de instrumentos flexíveis e de pequenas dimensões em conjunto com tecnologias como o laser e os ultrassons possibilita a realização de procedimentos cirúrgicos complexos através de orifícios naturais sem estarem associadas quaisquer cicatrizes. A Urologia assume-se, nos nossos dias, como uma especialidade com um vasto campo de atuação clínica, desde a realização de meios complementares de diagnóstico a tratamentos cirúrgicos minimamente invasivos.   Dr. André Quinta, Urologista no Centro de Medicina Física e de Reabilitação da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos

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21 Set
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E se, de repente, se esquecesse...

E se, de repente, se esquecesse, com frequência, de acontecimentos recentes? E se lhe faltassem as palavras adequadas para se fazer entender? E se, de um momento para o outro, deixasse de apreciar atividades que antes o entusiasmavam? A demência é associada, frequentemente, a perdas de memória, mas está longe de ser apenas isso. A pretexto do Dia Mundial da Doença de Alzheimer – que se assinala a 21 de setembro – vamos conhecer esta que é a forma mais comum de demência, constituindo cerca de 60% a 70% de todos os casos.Nuno Sousa é médico, professor e presidente da Escola de Medicina da Universidade do Minho, e ajuda-nos a saber mais sobre esta patologia. A Doença de Alzheimer é caracterizada por um declínio progressivo, que engloba não só a perda de memória, mas acarreta também a perda de outras funções cognitivas (concentração, linguagem, entre outras), competências sociais e a alteração de reações emocionais normais, que afetam, de forma significativa, o dia a dia das pessoas. A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência, pode surgir em qualquer pessoa, mas é mais comum a partir dos 65 anos. De facto, nota Nuno Sousa (foto), “o maior fator de risco para os quadros demenciais, entre os quais a doença de Alzheimer é a mais prevalente, é a idade”. Portanto, há uma “fortíssima correlação entre o aparecimento destes quadros e o aumento da idade”. Ainda assim, sublinha o médico e professor, “esta correlação é sobretudo verdade para aquilo a que chamamos os casos esporádicos da doença”. Isto porque existem formas, muito menos frequentes, que “estão associadas a componentes genéticos mais marcados, portanto, formas familiares da doença”. “Nesses casos, o aparecimento acontece, em regra, em idades mais jovens do que aquilo que é habitual na forma esporádica. Ou seja, existem formas de Alzheimer que atingem pessoas com faixas etárias mais baixas, mas, felizmente, são muito menos frequentes”, explica Nuno Sousa. (Foto:DR) A Ciência conhece os mecanismos fisiopatológicos que levam ao aparecimento da Doença de Alzheimer, mas, reconhece o especialista, “ainda sabemos pouco para conseguir montar estratégias de intervenção terapêutica que possam, de facto, ajudar os nossos doentes”. Em termos terapêuticos e farmacológicos, não se consegue tratar a doença, no sentido de resolver por completo o problema. É possível, sim, “retardar o aparecimento dos sintomas e, quando eles aparecem, retardar também a sua progressão”. Se olharmos na perspetiva da prevenção, Nuno Sousa aponta duas medidas: “Se as pessoas tiverem melhor saúde no seu sistema nervoso central - por exemplo, melhor saúde cardiovascular e metabólica -, isso é realmente importante porque retarda, previne, uma parte do aparecimento desta patologia e de outros quadros demenciais. O segundo é um aspeto que tem a ver com algo que chamamos de reserva cognitiva, ou seja, quanto mais ativos do ponto de vista cognitivo estiverem os indivíduos, ao longo da sua vida, mais preparados estão para aquilo que é a deterioração cognitiva”. Há, depois, um segundo tipo de intervenções, já quando os doentes apresentam sintomas, como forma de retardar a progressão da doença. “Aí existem algumas intervenções farmacológicas, que já deram provas de ajudar no atraso da progressão da doença. Infelizmente, não são totalmente eficazes, mas, de facto, parecem demonstrar algum benefício terapêutico”, entende o professor e investigador da Universidade do Minho. Os mecanismos que explicam a Doença de Alzheimer incluem, conforme nota Nuno Sousa, três aspetos. O primeiro é “a deposição, fora dos neurónios, de uma proteína, que é a beta-amilóide”. O segundo aspeto é “a deposição de agregados proteicos, dentro dos neurónios, de uma outra proteína, a proteína tau”. Por fim, o terceiro aspeto é resultante dessas deposições, sobretudo as extracelulares, e consiste em “alterações inflamatórias que são importantes nesta doença”. Assim, a ocorrência destes fenómenos leva a alterações, primeiro, nos contactos sinápticos, portanto, na comunicação entre os neurónios, e, mais tarde, à morte desses neurónios, com as consequências que se associam ao Alzheimer.   Publicado originalmente na edição n.º 46 do boletim "Encontro de Gerações" (outubro de 2019)    

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19 Set
misericordia-de-barcelos-debate-reabilitacao-pos-covid

Misericórdia de Barcelos debate reabilitação pós-COVID

“A reabilitação não é feita só por uma pessoa nem duas nem três, o trabalho de reabilitação deve ser feito por uma equipa multidisciplinar”. Foi deste modo que Armanda Pinto, diretora clínica e técnica do Centro de Medicina Física e de Reabilitação (CMFR) da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos (SCMB), sublinhou o trabalho de fisioterapeutas, terapeutas da fala, ocupacionais e vários técnicos para dar apoio ao doente com sequelas sérias” resultantes da COVID-19. A médica fisiatra recordou que a COVID-19 é uma “doença viral sistémica”, com “várias formas de atingimento, de assintomática a crítica”. Armanda Pinto atentou ainda que, inicialmente, se pensava que “as sequelas eram só importantes no doente com atingimento multissistémico, internamentos sérios, em unidades de cuidados intensivos, principalmente a nível pulmonar, músculo-esquelético, cardíaco e neurológico, mas, hoje em dia, os estudos mostram que mesmo as formas simples da doença deixam sequelas durante bastante tempo, em muitos doentes”. Na palestra sobre “Reabilitação Pós-COVID”, quatro profissionais da Misericórdia de Barcelos testemunharam não só a intervenção da SCMB para fazer face às sequelas da doença – e aí o CMFR tem o seu “papel importante” –, mas ainda a maneira como a pandemia atingiu a instituição. José Moreira, especialista em Medicina Geral e Familiar e médico em três lares da Misericórdia de Barcelos, fez a retrospetiva dos últimos meses. Apesar das “realidades muito distintas” nas diferentes estruturas residenciais para pessoas idosas da instituição, os lares foram um “foco de preocupação constante”, por se saber que as pessoas de mais idade e com várias patologias são mais frágeis. Também por isso houve um reforço das equipas de fisioterapia nos lares, onde a intervenção foi “mais necessária a nível da parte respiratória e músculo-esquelética”. Tiago Tinoco, fisioterapeuta, destacou que “o papel do fisioterapeuta passa por reabilitar e devolver função aos que se encontram desprovidos dela”. Já Sílvia Machado notou que “o fisioterapeuta acompanha o doente desde a hospitalização mesmo até ao último período de recuperação”. E, nos lares, a fisioterapia é muito importante pela “recuperação articular e da mobilidade”. Testemunho de superação A sessão ficou ainda marcada pela partilha do testemunho de superação de um utente do Centro de Medicina Física e de Reabilitação. Vivenciou “um terror, que não [quer] passar outra vez”, tendo estado mesmo internado nos cuidados intensivos. A doença, explicou depois Armanda Pinto, teve um “atingimento crítico, com insuficiência respiratória grave, choque cético, falência multissistémica. Tudo falhou”. Seguiram-se sete meses de reabilitação pós-COVID, com uma equipa multidisciplinar do CMFR. “Os primeiros três meses foram muito fortes. Quando vim aqui à consulta, vim de cadeira de rodas e, na semana seguinte, já vinha a pé. […] Houve vários fins de semana em que, por não fazer os exercícios, tinha logo de vir para o hospital”. Já com alta da reabilitação, Nélson voltará, em breve, à Holanda, onde trabalha. Ainda hoje tem sequelas, mas evidentes melhorias. Leva sobretudo ensinamentos para pôr em prática. “Aqui ensinaram-me os exercícios que tenho de fazer para levar a minha vida normal”, rematou. No final da palestra, Nuno Reis, provedor da SCMB, sublinhou a experiência muito própria partilhada em cada um dos testemunhos e reconheceu e elogiou igualmente a “capacidade que cada um dos profissionais e voluntários da instituição teve neste último ano e meio”, em particular, no pico da pandemia, onde muitos colaboradores, até de outras áreas de intervenção, “se disponibilizaram e estiveram na linha da frente”. No final da palestra, foram várias as pessoas que participaram numa Classe de Pilates Clínico. Trata-se de um método de treino orientado por fisioterapeutas, para ajudar na prevenção de lesões e na reabilitação física. [ALBUM:221]

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