Saúde

Fundada em 1500, a Santa Casa da Misericórdia de Barcelos (SCMB) teve inicialmente sede na Capela de Santa Maria, próxima ao antigo Hospital do Espírito Santo, e, em sequência da provisão de D. Manuel, ficou encarregada da administração dos bens e encargos daquela unidade hospitalar. A existência da SCMB esteve sempre muito ligada ao seu Hospital, prestando aí cuidados a doentes pobres, mas também albergando peregrinos de passagem pela então vila.

Nos últimos anos, a assistência na saúde tem assumido cada vez um papel mais re­levante da Misericórdia de Barcelos na comunidade barcelense com a prestação de serviços diversos, no Centro de Medicina Física e de Reabilitação, e com a Unidade de Cuidados Continuados Integrados de Santo António.


Equipamentos

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Centro de Medicina Física e de Reabilitação

Rua Dr. Santos Júnior - Barcelos

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Unidade de CC Integrados de Santo António

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Notícias

16 Jun
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Nem sempre o esforço se reflete na balança...

Nem sempre o esforço se reflete na balança e, sem dúvida, isso torna-se frustrante. “Treino todos os dias. Como ainda menos do que o que comia. O plano não resulta e não percebo porquê.” No entanto, já dizia o velho ditado, “quem conta um conto acrescenta um ponto”. E não poderia estar mais correto! Nós, seres humanos, somos péssimos a quantificar aquilo que comemos verdadeiramente e a estimar aquilo que realmente gastamos. Omitimos, tantas vezes, a nós próprios os “extras inofensivos” (muitas vezes, até subconscientemente, pelo simples facto de que odiamos falhar) e que, no final do dia, irão fazer toda a diferença no balanço energético total. O pacotinho de açúcar nos vários cafés ao longo do dia, porque “são só uns expressos”. O fio de azeite na salada e nos legumes que ninguém contabiliza, porque “só uso para cozinhar e temperar e é super saudável”. Os copos ao fim-de-semana, de que, na consulta, se dizia que “era só um copo de vinho maduro”, mas, se pensar bem, “são sempre três ou quatro”. Ou as entradas que petisca nos jantares de sábado à noite, que “eram só umas azeitonas e um bocado de pão”, mas, quando reflete, também comeu os salgadinhos... e o paté... e o presunto. Todos estes “extras inofensivos” – que omitimos para o nosso subconsciente, porque “não são hidratos de carbono” ou “refeições a sério” – tornam o nosso esforço em vão. Não culpe o metabolismo, a tiroide ou a estrutura óssea. Toca a investir esse esforço em ajustes que poderão realmente fazer a diferença, como a monitorização correta do consumo energético.   Alexandra Sousa da Silva C.P. 4091N

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21 Abr
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A pandemia e a saúde mental

É essencial cuidar da sua saúde mental sobretudo em tempos de pandemia. Ficam aqui algumas sugestões para manter uma mente sã e prevenir sintomas ansiosos e depressivos: Se estiver em casa em teletrabalho, procure manter uma rotina saudável e agradável, mantendo horários de refeições, de acordar e deitar.  Defina um horário de trabalho e tenha tanto respeito pelos horários de descanso como pelos horários de trabalho.  Procure manter a prática regular de exercício, de preferência ao ar livre, como por exemplo fazer uma caminhada de 30min/dia.  É importante restringir as fontes de informação a um ou dois noticiários diários, pois o excesso de informação pode contribuir para aumentar a ansiedade nestes tempos de pandemia.  Mantenha uma boa higiene do sono.  Evite bebidas estimulantes, álcool ou drogas.  Mantenha uma alimentação saudável e equilibrada.  Ter uma atividade manual que seja do seu agrado pode ajudar a trazer o foco da atenção para o presente, como por exemplo tocar um instrumento, pintar uma mandala, fazer um puzzle, jardinagem, bricolage, entre outros.  Faça pausas ao longo do dia para sentir a sua respiração, por exemplo parando para fazer 10 respirações profundas.  Faça pausas ao longo do dia para alongar, como por exemplo rodando os ombros ou o pescoço, pois desta forma estará a trazer a sua atenção para o presente através dos movimentos corporais e das sensações físicas.  Mantenha um contacto regular com as pessoas próximas de si, mesmo que à distância, ligando aos seus familiares e amigos ou promovendo encontros por Skype ou Zoom.  Faça uma lista de coisas que gosta e todos os dias escolha uma dessas atividades para fazer.  Cuide de si, seja gentil consigo mesmo.  Peça ajuda se precisar.    Telma Falcão de Almeida Médica Psiquiatra no CMFR da Misericórdia de Barcelos Professora qualificada no Programa de Redução de Stress baseado no Mindfulness pela UMASS, EUA

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14 Abr
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Síndrome de Burnout

A Síndrome de Burnout é um estado de exaustão física e psicológica associado ao trabalho.   Segundo a @mayoclinic, esta Síndrome pode resultar de vários fatores que incluem: Sensação de falta de controlo – relativamente a decisões que possam afetar o seu trabalho; Expectativas irrealistas e/ou pouco claras em relação ao trabalho – se não souber ao certo qual o seu grau de autoridade ou o que o seu superior ou colegas de trabalho esperam de si, é natural que se sinta pouco confortável no trabalho; Ambiente de trabalho disfuncional; Extremos de atividade – quer por excesso de trabalho quer por trabalho monótono que exigem uma demanda de energia redobrada para se manter focado, o que pode levar a um estado de fadiga; Falta de suporte social – se se sente isolado no trabalho ou na sua vida pessoal, pode sentir-se mais stressado; Desequilíbrio entre vida laboral e pessoal – se o seu trabalho requer a maioria do seu tempo e esforço, pode sentir que não tem energia para estar com os seus amigos ou família, o que pode conduzir a um estado de exaustão.   Principais fatores de risco: Se gosta e se identifica intensamente com o seu trabalho ao ponto de levar a um desequilíbrio entre a sua vida laboral e pessoal; Se trabalha demasiadas horas, incluindo horas extra; Se tenta agradar a toda a gente; Se a sua profissão implica cuidar do outro (exp. profissionais de saúde, bombeiros, professores, etc.); Se sente que tem pouco controlo no seu trabalho; Se o seu trabalho for caótico ou monótono.   Como lidar com a Síndrome de Burnout: Avaliar opções, procurando dialogar com o seu superior acerca das suas preocupações e expectativas, de forma a encontrar um ponto de equilíbrio e possíveis soluções de compromisso; Procurar ajuda (profissional e familiar/amigos); Tentar iniciar uma atividade relaxante (exp. yoga, pilates, tai chi); Praticar exercício físico com regularidade; Dormir as necessárias horas de sono; Mindfulness – no ambiente de trabalho as práticas de Mindfulness podem ajudar a estar mais focado e a encarar as situações com maior abertura, paciência e sem julgamentos.   Telma Falcão de Almeida Médica Psiquiatra no CMFR da Misericórdia de Barcelos Professora Qualificada pela Universidade de Massachusetts (EUA) no Programa de Redução de Stress Baseado no Mindfulness (MBSR)

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